quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Desabafo do grupo


Estamos de volta, depois de muito pensar se devía continuar a publicar aqui as nossas (minhas) pescarias, e perguntam vocês, então porque, ao qual a resposta é muito fácil, simples e directa, porque com isso os cantinhos que vos damos a conhecer passam a ser mais um local onde o amigo do amigo o trás, e assim fica a ser mais um local onde a pesca se torna “batida”,  onde antes se podia pescar em qualquer altura e deixou de o ser, tornando-se assim um local sem interesse. E vocês dizem, ai mas o mar é de todos, sim mas por exemplo eu e o Miguel muitas vezes andamos 200km, quando não é mais,  a procura de pesqueiros, quando gostamos de um não importamos de partilhar o local, mas há muita gente que não respeita nada. Amigos respeitem os pesqueiros, respeitem os tamanhos, não deixem lixo como se vê por ai, isto se querem pescar por longos anos e o passar de gerações em gerações.

Boas pescas

09 de Novembro 2015

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Dia 09 de Novembro foi dia de pescaria com o amigo Luís a acompanhar o pessoal aqui da brisadomar. Já em vista irmos pescar neste dia, só faltava o melhor, saber se o Sr. Jaime, Loja do Jaime, em Viana do Castelo teria isco, pois tinha tido uma grande procura antes do fim de semana. Assim o Mário liga-me pelas 13h a dizer, olha temos isco, só posso sair depois das 18h, nisto ligo ao Fernando a confirmar que tínhamos isco. Entretanto o Mário fala com o Miguel que também já contava de ir e avisa-me, o Miguel também vai, penso eu bela equipa se vai juntar. Preparativos feitos, mochilas postas na maquina do inferno e  liga-me o Mário as 18:45, então convidas-te o nosso amigo Luís mas ele não contava que fossemos tão cedo, olha liga para ele, eu ligo e confirma-se mais um pescador que ia pela primeira vez connosco. Ligar ao Fernando a avisar que íamos atrasar um pouco. Enquanto eu o Luís e o Mário encontramos, tomamos café e siga em direcção a casa do Fernando, depois de carregado o material do mesmo na maquina do inferno o Fernando já perguntava se chegaríamos a algum lado eheh. E ai vamos nós em direcção a Viana para ir buscar o isco e de seguida em direcção a praia de Moledo. Chegamos a Moledo e o Miguel responde a mensagem do Mário, cheguei agora, reunimos e começa a paródia, mas mesmo assim inquietados pois estavam quatro pescadores a sul do pesqueiro e mais quatro a norte do pesqueiro, diz o Miguel bem 16 canas já estão a pescar teremos espaço para nós, decide ir espreitar e diz só temos uma hipótese é sair para norte pois isto está tudo cheio, aparentemente, até a saída do camarido, caminhamos um pouco e chegamos ao areal olhamos em volta falamos entre todos e bem vai ter de ser aqui, era o único local onde tínhamos espaço, pois tínhamos oito canas para pescar, mas como estamos habituados a pescar juntos e o mar não corria com as chumbeiras podíamos estar próximos um dos outros. Fernando tinha ficado a sul e eu mais a norte, tendo ficado o Mário e o Miguel no nosso meio. Ao final das minhas duas canas estarem a pescar, decidimos o local para montar a tenda e voilá tudo pronto para mais uma noite de pesca. Primeira hora ninguém parou, muito peixe miúdo encostado ao pesqueiro, fanecas a darem cabo dos iscos e a virem também, recolho a primeira, uma faneca, removo o anzol com cuidado olho para ela em cima da palma da minha mão e penso, és tão pequena, 19cm, vou devolver e assim o fiz. Nisto o Fernando, Miguel e o Mário não paravam, já estava eu a “jantar” com a companhia do amigo Luís e eles não paravam o cardume de fanecas estava encostado e cinco em cinco minutos vinham os anzóis carregados de fanecas, tendo o Mário feito uma tripla de fanecas, espetáculo. Não esquecer que estávamos a fazer a subida da maré, sendo a preia-mar as duas da manhã.  Já cansados decidem vir ás tendas, a noite estava animada, e iam ser as fanecas a companhia da noite. No período das vinte e duas até a meia noite foi um constante movimento, com as fanecas a darem que fazer, depois abrandou um pouco com a vinda do nevoeiro, que serrou quase por completo. Com o peixe a não entrar tanto no pesqueiro deu para reunirmos debaixo das nossas tendas, de volta e meia verificar iscos e sai o melhor peixe da noite, recolhido pelo Miguel, um bom sargo. Posteriormente e já feita a preia-mar e a reponta o peixe deixou de ter tanta activadade no pesqueiro, assim retiramos por volta das quatro da madrugada. Entre todos passamos as cinquenta fanecas, uns sete  sargos e mais uma noite de convívio entre bons amigos.

Abraço e boas pescas

terça-feira, 7 de abril de 2015

Pescarias 2014

Olá a todos,

Venho aproveitar para deixar aqui um vídeo das pescarias de 2014.
Abraço e boas pescarias.
 


segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Insua

Falar em Moledo é recordar velhas historias de Cabeçudos e grandes noites passadas no areal.
Tudo começa com a apanha de cagao para juntar ao casulo,coreana,navalha, mexilhao e camarinha...
Chegados ao pesqueiro, que estava com 2.7 ondulação, 16 periodo e 4kmh vento NNw montamos as canas, porta iscos e bota a pescar.Lixo era com fartura e o trabalho era bastante quando olho para a barraca e vejo a famosa raposa de Moledo!!!Fico a tomar conta e não é que só vejo o Jorge a correr atraz dela, leva-va uma saca na boca e nunca mais a vimos!!!Ai ai lá vai o isco todo Só ficamos com 1 de casulo e a camarinha!!!
Nos entretantos o lixo foi-se e nós tambem, Peixe nem ve-lo e quem levou a melhor Foi a Raposa.
Se lá forem abram a pestana....




segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Sargos & Sargos







Ora então ai vai:

Hora combinada 9.30 saida 10 chegada a baiona 11.30.Na outra pescaria tinhamos visto uma casa de pesca e decidimos dar lá um salto,demos uma vista de olhos compramos uns peões e ala para o pesqueiro.Carro estacionado e o local preferido estava ocupado mas decidimos ir na mesma e ficar no penedo ao lado.Monto peão de 30grm fixo e estralho de 5 mts em .26 com olivete de 2 grm,isco camarão e agua com ele....não foi preciso muito tempo para por a seco uma boga,ai ai isto não começa lá muito bem,olho para o lado e vejo um casal de cotas a uns 30mts de nós a içar um bom sargo .Troco olivete por 4grm isco caranguejo e toca a esperar,até ás 14.20 não tirei nada mas os vizinhos era sempre a dar-lhe,decidi parar comer e aproveitar para os ver pescar e cheguei á conclusão que o peixe não estava no meu pesqueiro pois os vizinhos tb estavam com montagens do tamanho da cana.A baixa mar era ás 14.50 e eu comecei a pescar novamente ás 15.Isco novamente camarão e tenho o primairo afundanço,1º sargo do dia que alegria.Até ás 17 tirei 10 sargos e acabou-se a borga,nem mais toque,mas que raio se passou!?insiste e só vejo a boia a desaparecer carreto a cantar e peixe a fujir para a direita como um desalmado!!!Luta que luta e sargo de 1.4kg encalhado nas pedras debaixo dos pés,agarro na linha e puxo para cima,ufa este já não foge.Peixe para o balde e numa adrenalina enorme que quase nem consigo iscar....Pesca para a agua novamente e os toques eram seguidos mas não ficava nada,até que por fim descobri o que era,um cardume enorme de bogas que até comiam rente ao fundo(foi esta brincadeira até ás 19).Nos entretantos chegam dois companheiros espanhois que direcionam a pesca para os agulhas, tirando bons exemplares com coreana e um peixe porco.O casal da direita dá a pesca por terminada e estica o peixe no penedo para a foto(contei 10 peixes um deles a passar de kg e um peixe porco tb).Nos entreteantos consegui enganar mais um sargo e com a maré a bater em cima ás 21 demos a pesca por terminada e vira para Portugal.O mar estava com 0.5 e 8 Força,vento de Oeste 10kmh com periodos de muito nublado.

Foi mais um dia bem passado com o peixe a colaborar(5.6kg)

Boas pescas.




sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Janeiro


Antes de mais todo grupo de amigos deste pequeno blog espera que tenham tido um feliz natal e um bom ano novo!
É verdade que não fizemos referência ao mês de Dezembro pois a partir do dia cinco do mesmo mês o tempo não permitiu que deslocássemos até as praias, sempre com grandes mares, vento forte e muita precipitação.
Assim estamos perante mais um ano, mais um mês, em que este grupo de amigos, que aos poucos vai aumentando e assim sempre que o mar deixa junta-se, numa média quatro a seis pessoas, o qual no inicio e muitas vezes ficava-se pelos dois.
Primeira pescaria do ano marcada para o dia onze, onde reunimos praticamente todos desde o Miguel, Mário, Vasco, Ricardo, Jorge, Jonas, se tiver enganado avisem. Uma grande recepção por parte dos labrax que não deram paragem a noite toda, só da minha parte foram pelo menos uns quinze devolvidos ao mar, pois não tinham medida, do qual todos queixávamos do mesmo. Tendo eu e o meu amigo Mário chegado por volta das vinte e uma e trinta o Ricardo avisa que mais para norte estavam a sair uns belos robalos. Assim rumamos para norte de onde avistávamos uma grande festa feita por dois aprendizes, claro está primeira vez que estavam a pescar não era a euforia com os belos robalos que já tinham arrecadado, cada um com os seus cinco robalos tudo na ordem de um quilo para cima. Teimosos mantínhamos a pescar, já experimentando de tudo mas o peixe estava mesmo à frente deles e não havia nada a fazer, só o nosso grande amigo Mário tinha tirado um robalo de quilo e meio. Após umas quatro horas de pesca, os dois pescadores que estavam mais a norte vão embora pois já tinham acabado com o isco e nesse momento digo ao Mário, “vou até onde eles estavam algo se passa naquele sitio”. Primeiro lançamento robalo de 800g, de seguida o Mário tira um de 1,200kg. Envio mensagem ao amigo Miguel, não obtendo resposta ligo, “anda para norte dizia eu”, passado meia hora chega a minha beira lança apenas uma cana, já cansado que estava de percorrer todo o areal com o material as costas, vê a minha pescaria e do Mário, aguardo mais um pouco e cansado diz, bem vou embora, quando damos por ela pimba robalo de quilo e meio. Cansados fomos todos embora mas satisfeitos, pois tinha sido uma grande pescaria.

Reunimos mais três vezes de seguida, onde o Vasco tirou um belo exemplar, e dias antes tinha arrecadado mais um bem jeitoso.
De resto as condições meteorológicas não tem deixado pescar, afirmando que o mês de Janeiro foi um mês de chuva, vento, frio, agitação marítima acima do normal, no qual apenas os termos com café nos salvaram.